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domingo, 6 de abril de 2008

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O ENIGMA DE MEROÉ

"A História, da qual os homens, de um modo geral, nada querem aprender, é a única e verdadeira filosofia; filosofia que leva a procurar e encontrar a verdade. Quem deseja ter uma visão real do presente, compreender a sua época e o seu ambiente, tem que obrigatoriamente retroceder até a antigüidade"

(Otto Neubert)

A enigmática Meroé.....! Tal como já vimos, trata-se da antiga Merhu sempre citada nos hieróglifos egípcios e que segundo alguns dicionários de Egiptologia trata-se de "Um país no Sudão cuja situação é desconhecida". Sem dúvida alguma, a ampla divulgação das evidências encontradas nos seus estonteantes mistérios literalmente virariam toda a Arqueologia e também a História "de cabeça para baixo". Mas.... Não seja por isso! Vamos então "ajudar" a todos aqueles que, "desinformados", dizem "desconhecer" a encontrá-la ?

Uma visão impressionante das milenares ruínas da enigmática Meroé, uma civilização bem mais antiga do que a egípcia! Apesar de o atual Sudão estar situado muito ao sul do Egito, os habitantes do Nilo somente souberam da sua existência durante as mais recentes Dinastias da sua História! Portanto, é inegável que ambas as civilizações desenvolveram-se separadamente.

Nesta foto as impressionantes ruínas de um templo meroíta, mostrando um tipo diferente de arquitetura - majestoso e sobretudo inédito na antigüidade conhecida!

Ruínas de um outro templo que denotam a suntuosidade que deveria haver na antiga Meroé! E vemos ainda os relevos nas paredes que muito se assemelham aos da cultura egípcia - muito embora não tivessem relação alguma com ela!

Este é o templo egípcio de Medinet Habu, construído durante o reinado de Ramsés II - faraó da XIX Dinastia. Compare como são simplesmente espantosas as semelhança não só arquitetônicas como também as dos relevos igualmente estampados na distante e muito mais antiga Meroé!

Outro impressionante conjunto arquitetônico meroíta que sobreviveu ao tempo. Note-se, mais uma vez, os imensos relevos estampados na suas paredes.

Aqui, as colunatas do que outrora fora uma enorme edificação, tendo ao lado a escultura de um estranho animal que se assemelha ao elefante!

Um vasto conjunto piramidal cercando todo o complexo meroíta!

As diversas pirâmides de Meroé não chegam a ser tão grandes como as egípcias, porém impressionam pela precisão arquitetônica e pela sua rara beleza.

Nesta foto, um outro mural contendo imagens dos deuses meroítas, incrivelmente semelhantes aos do Antigo Egito!

E aqui um "close" de alguns deles, conforme mostrados na foto acima. Usam estranhos símbolos nas cabeças, bastante diferentes do simbolismo tradicional egípcio e contudo os seus atributos parecem ser os mesmos das divindades adoradas no Nilo. O da esquerda tem a cabeça do carneiro; o central um rosto aparentemente humano, porém dotado de estranhas feições; e finalmente o último ostenta a cabeça do leão. Todos, assim como os deuses egípcios, portam cetros. E somente nesses três exemplos temos notáveis e expressivas semelhanças com os deuses Seth, Amon e a deusa-leoa Sekhmet!

E até mesmo as tumbas em que eram sepultados os riquíssimos sarcófagos contendo as múmias de Meroé eram semelhantes (ou até melhores) do que as egípcias - escavadas por centenas de metros rocha adentro e contendo majestosos e belos murais repletos de lindas e multicoloridas pinturas, além dos intrigantes caracteres hieroglíficos até hoje indecifrados!

O ENIGMA DE MEROÉ (continuação)

"Todos os grandes temas da arqueologia romântica têm a seguinte preocupação: seguir o fio condutor que, dos testemunhos mais grandiosos aos pormenores isolados e enigmáticos, permite acreditar na existência de civilizações extintas, mas não primitivas. Essa arqueologia formula a pergunta, à qual um futuro, próximo ou longínquo, dará a resposta"

(Michel-Claude Touchard)

Essa estatueta é o chamado "Ushabti" do Antigo Egito e uma profusão delas era colocada nas tumbas dos faraós como elementos mágicos na viagem para o além. Literalmente significando "os respondedores" eram usualmente feitas em madeira ou faiança, ricamente trabalhadas e ainda repletas de textos mágicos.

E aqui mais outra chocante semelhança encontrada nas tumbas de Meroé: as suas estranhas múmias também eram veladas pelos "Respondedores Mágicos"! E ainda temos outro detalhe intensamente revelador: as "Ushabtis" do Antigo Egito eram mumiformes e representavam os rostos dos membros da sua raça. E assim também ocorria em Meroé.... Mas vejam os rostos! São criaturas BRANCAS, diferentes de tudo aquilo que se conheceu na antigüidade - como de fato os exames nas múmias ali encontradas assim o revelaram! Que estranha raça seria esta?

Aqui, um outro mural nos mostra uma dessas criaturas que habitavam os domínios territoriais de Meroé.

Nesta estela, em meio aos estranhos hieróglifos meroitas, vemos a imagem de uma rainha - cujo nome também era encerrado em um selo-cartucho, da mesma forma que os soberanos egípcios!

E nesta foto a maior de todas as surpresas! Elaborada no mais puro bronze, a imagem de um habitante de Meroé - Note-se o seu tipo, diríamos, "europeu" e também os inegáveis caracteres da raça branca!

Outra estátua encontrada em Meroé, retratando um tipo totalmente diferente do egípcio tradicional.

Exemplos da arte meroíta nos mostram o domínio absoluto da metalurgia.......

...... Usando técnicas e um refinamento talvez muito superiores aos do próprio Egito! Aqui, belíssimos exemplares metálicos de uso comum. Note-se em um deles um símbolo semelhante ao ANKH, ou Cruz Ansata - o símbolo da vida e da imortalidade da alma, usado na religião egípcia!

Este é um outro símbolo sagrado e tradicional da religião egípcia, conhecido como 'O Olho de Hórus".....

.... igualmente encontrado nas refinadas obras da joalheria meroíta! Note-se nas extremidades superiores desse belo peitoral dois símbolos absolutamente idênticos!!!

Também encontrados nesta outra belíssima jóia de ouro, igualmente encontrada nas tumbas de Meroé!

E até os deuses eram semelhantes! E ainda tinham, ao que parece, os mesmos atributos daqueles encontrados no extenso panteão egípcio! Este é o chacal de Meroé que, à semelhança de Anúbis, era também o guardião das tumbas e protetor dos embalsamados nas misteriosas necróples de Meroé!

Além dos tradicionais e belíssimos caracteres e ideogramas hieroglíficos praticados pela misteriosa civilização de Meroé, da mesma forma que no Egito existia também uma escrita cursiva, cujos intrincados e inéditos caracteres podemos ver no pequeno exemplo mostrado na ilustração acima!

E não é só isso! O Professor Hintze, renomado cientista da Universidade de Berlim, apurou que o misterioso povo branco de Meroé chegou mesmo a invadir, dominar e reinar sobre o próprio Egito, ali estabelecendo as XXV e XXVI Dinastias, aproveitando-se do enfraquecimento militar e social que prevalecia naquela época na terras do Nilo - o que bem poderia explicar o abandono das suas terras no Sudão! Os soberanos meroitas (cujos estranhos nomes podemos ver em alguns exemplos acima) mantiveram-se no poder até o ano 654 A.C. quando o Egito foi invadido e dominado pelos Assírios.

Uma imagem vale certamente mais do que mil palavras. E o quê exatamente nos "disseram" todas essas fotos aqui mostradas, e que além de tudo revelam evidências incontestáveis? Duas adiantadas civilizações coexistindo paralelamente e sem se conhecerem, espantosamente tendo o mesmo estilo arquitetônico, deuses, religiões e ritos semelhantes? A incrível e evidente resposta é: - Precisamente (e além de tudo sem qualquer dúvida) algo que revela UMA ORIGEM COMUM! Tudo - TUDO MESMO, portanto - nos leva a crer que os antigos "deuses" (leia-se: aqueles que foram os iniciadores do Antigo Egito), responsáveis desde os mais remotos tempos pré-dinásticos pelo seu espantoso e repentino progresso e que segundo a Tradição eram refugiados da perdida ATLÂNTIDA, se separaram ao colonizarem novas terras, dessa forma seguindo rumos representados por caminhos evolutivos diferentes!!!

O que realmente parecem indicar todas as evidências! Repare nesta imagem de uma rainha meroíta em adoração aos seus estranhos deuses. Chamamos a atenção para o seu toucado. Nele vemos uma espécie de símbolo trino, ao que parece um tridente estilizado. E o tridente - conforme já sabemos - , segundo a Tradição era o sagrado símbolo de Poseidon, a capital do submerso reino da Atlântida!!!

Um comentário:

Elfa Poetisa disse...
Este comentário foi removido pelo autor.